A FIFA anunciou a estrutura de distribuição de prêmios para a Copa do Mundo de 2026, que reunirá 48 seleções em 104 partidas até 19 de julho. O modelo prevê cotas mínimas de US$ 10,5 milhões para cada equipe na fase de grupos, além de valores crescentes conforme o avanço nas fases eliminatórias. Patrocinadores como McDonald’s, Adidas e Aramco complementam o fundo com bônus por conduta ética, artilheiro, melhor jogador e revelação jovem.
Estrutura de cotas por desempenho
O sistema valoriza o progresso em cada etapa do torneio e garante suporte financeiro mesmo para seleções de menor tradição. A cota mínima assegura recursos imediatos após a fase de grupos, enquanto premiações adicionais são liberadas conforme resultados nas oitavas, quartas, semifinal e final. Essa abordagem busca equilibrar as receitas entre todas as participantes.
Papel dos patrocinadores e bônus extras
Os patrocinadores oficiais contribuem com valores extras atrelados a critérios como fair play e destaques individuais. Os prêmios por artilheiro, melhor jogador e revelação jovem incentivam o bom desempenho dentro e fora de campo. Com isso, a FIFA amplia o alcance do fundo total e reforça a participação de todas as 48 seleções.
O torneio de 2026 marca uma mudança significativa na premiação histórica da competição. Ao combinar cotas fixas com bônus por mérito, a entidade pretende oferecer maior estabilidade financeira às federações. Os pagamentos serão realizados em etapas, conforme o avanço de cada equipe.
