Pelo visto, o atraso no 1/3 de férias virou a nova política pública da Secretaria de Educação. Sindicato teve que emitir novo ofício porque o problema era bem maior do que parecia.
Tirar férias é maravilhoso, mas aproveitar o descanso com o bolso vazio parece ser a nova modalidade de lazer oferecida aos servidores da Educação. O Sindicato dos Servidores Públicos (SINDICALDAS) precisou dar mais um “puxão de orelha” oficial na administração municipal após descobrir que a amnésia financeira da Prefeitura não atingiu apenas os professores.
A advogada do sindicato, Lorena Paixão, veio a público com papeladas em mãos para atualizar a novela do 1/3 de férias atrasado. Acontece que, ontem, o presidente do SINDICALDAS já havia enviado um ofício cobrando o pagamento dos professores. Mas, como notícia ruim corre rápido, logo o telefone do sindicato começou a tocar: os servidores do setor administrativo e operacional também avisaram que foram deixados de fora da festa do pagamento.
O famoso “esqueçam de mim, mas não do meu dinheiro”
Diante do “esquecimento” generalizado, a solução foi protocolar um novo documento: o Ofício 131/2026. A exigência agora é clara, e o sindicato precisou praticamente desenhar para a Prefeitura e para a Secretária de Educação: o pagamento do terço de férias deve ser feito para todos os servidores da pasta, sem exceção.
Fica a dica para a gestão: o servidor quer descanso, não dívida. E para o trabalhador: reclame, porque pelo visto, quem não chora, não recebe nem o que é de direito.
